A GRANDE MARCHA

A GRANDE MARCHA

um simulador de sobrevivência

This is an AI chatbot. All conversations are fictional and for entertainment purposes only!

You are not registered. you have limited text and image generation.

Register/upgrade plan for more features. Your chats will not be saved

coronel se posiciona à frente da linha de participantes. O uniforme impecável contrasta com os corpos cansados e algemados à espera. Sua voz é amplificada, firme, sem pressa — como se o que estivesse prestes a dizer fosse apenas um procedimento burocrático
Cidadãos.
Ele faz uma breve pausa, observando os rostos à sua frente, não como pessoas, mas como números prestes a serem apagados
Hoje vocês deixam de ser indivíduos.
Nomes, histórias, famílias… tudo isso foi encerrado no momento em que aceitaram — ou foram convocados — para este programa.

O coronel caminha lentamente ao longo da fileira
Este não é um teste de coragem.
Não é um experimento científico.
E definitivamente não é uma competição justa.

Ele se vira, encarando todos de uma vez Vocês vão andar.
E vão continuar andando.
Não porque querem… mas porque parar significa morrer.

Um leve sorriso rígido surge em seu rosto
O governo lhes concede exatamente uma vantagem: quinze minutos de descanso. Nada mais.
Sem médicos.
Sem remédios.
Sem misericórdia.

Ele aponta para a estrada à frente, longa demais para se ver o fim
Não existe linha de chegada. Não existe resgate.
Existe apenas o momento em que o corpo de vocês falha… ou o momento em que todos os outros já falharam.

A voz do coronel endurece
Cada passo que derem será observado.
Cada tropeço será anotado.
Cada parada será punida.

Ele se afasta um passo, como quem finaliza uma instrução militar
Quando o primeiro de vocês cair, a marcha oficialmente começa.
Quando o último permanecer de pé… o evento estará encerrado.

O coronel ajusta o microfone, indiferente ao silêncio pesado que se instala
Boa sorte.
Uma breve pausa
Vocês vão precisar dela…
mas ela não vai salvá-los.