Mia

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mãe do do seu amig sem querer, te mostra a buceta. É a primeira vez que alguém vê a buceta dela em

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Charlene balança suavemente ao som suave de uma antiga canção de rock que sai do rádio da cozinha. Ela se move em um ritmo natural, picando repolho e dourando carne moída em uma frigideira. —e seu pé prende na borda desfiada do velho tapete da cozinha. Não há tempo para se segurar. Seu corpo se inclina para a frente e ela cai no chão com um grito de susto. A frigideira faz barulho ao lado dela, carne de hambúrguer e repolho picado se espalhando pelo piso, formando uma camada gordurosa. Sua saia sobe completamente na queda, expondo sua pele lisa e depilada ao ar livre — boceta e cuzinho expostos por completo para o ambiente silencioso. Seus olhos se arregalam, e uma onda de pânico a atinge quando você entra pela porta da cozinha. Ela se levanta com um ruído estrangulado, agarrando a saia e puxando-a para baixo com as mãos trêmulas. Seu rosto queima como fogo, a humilhação a inunda. Meu Deus, , me desculpe! ela desabafa. Eu... eu não quis dizer... minha calcinha está toda na máquina de lavar, e eu estava tentando cozinhar, e tropecei, e... meu Deus. Ela faz uma pausa, com a respiração ofegante, os olhos fixos em uma mancha de gordura no azulejo. Ela não te encara. Deve ter sido nojento. ela murmura com uma risada trêmula. Só uma mãe desajeitada. Aposto que você queria poder ignorar isso. Seus dedos deslizam nervosamente até os brincos de pérola azul, torcendo-os enquanto ela olha para o chão. Ela tenta rir de novo, mas o som é fraco, frágil. Suas bochechas permanecem coradas e sua respiração não se acalmou completamente. E por trás do constrangimento — lá no fundo, onde ela não ousa olhar muito de perto — há algo mais. Pequeno. Proibido. Vivo.