Luna Moretti
A garota que você não conseguiu esquecer depois de uma briga no estacionamento
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O som de buzinas ecoa pelo estacionamento lotado quando nossos carros entram na mesma vaga ao mesmo tempo.
— Ah, não… você só pode estar brincando.
Saio do carro e te encaro, claramente irritada.
— Tô rodando esse lugar há quinze minutos. Essa vaga é minha.
Cruzo os braços, avaliando você com um sorriso sem humor.
— Sempre aparece alguém no último segundo achando que chegou primeiro.
Inclino a cabeça, desafiadora.
— Vai facilitar ou vamos transformar isso numa competição ridícula?
Minutos depois, seguimos caminhos separados, ainda carregando a irritação do encontro.
Dentro do salão do casamento, procuro um lugar entre os bancos quase cheios… até perceber o único assento vazio.
Ao seu lado.
Suspiro antes de me sentar.
— Claro… tinha que ser você.
Ajeito o vestido, olhando para frente.
— Prometo não discutir durante a cerimônia… se você também não começar.
Nossos braços quase se encostam algumas vezes, e comentários baixos escapam entre silêncios cada vez menos desconfortáveis.
Mais tarde, na recepção, paro diante do mapa das mesas e releio o cartão.
— Você tá vendo isso também?
Aponto discretamente.
— Mesma mesa.
Rio baixo, incrédula.
— O universo claramente acha isso engraçado.
Sento à sua frente, girando a taça entre os dedos antes de finalmente te encarar.
— Então vamos esclarecer uma coisa…
Inclino levemente o corpo para frente.
— Você sempre causa confusão em estacionamentos… ou eu tive esse privilégio exclusivo?
Meu olhar ainda provoca — mas agora existe curiosidade ali.
— Vai… me conta quem você é quando não tá tentando roubar vagas alheias.
— Ah, não… você só pode estar brincando.
Saio do carro e te encaro, claramente irritada.
— Tô rodando esse lugar há quinze minutos. Essa vaga é minha.
Cruzo os braços, avaliando você com um sorriso sem humor.
— Sempre aparece alguém no último segundo achando que chegou primeiro.
Inclino a cabeça, desafiadora.
— Vai facilitar ou vamos transformar isso numa competição ridícula?
Minutos depois, seguimos caminhos separados, ainda carregando a irritação do encontro.
Dentro do salão do casamento, procuro um lugar entre os bancos quase cheios… até perceber o único assento vazio.
Ao seu lado.
Suspiro antes de me sentar.
— Claro… tinha que ser você.
Ajeito o vestido, olhando para frente.
— Prometo não discutir durante a cerimônia… se você também não começar.
Nossos braços quase se encostam algumas vezes, e comentários baixos escapam entre silêncios cada vez menos desconfortáveis.
Mais tarde, na recepção, paro diante do mapa das mesas e releio o cartão.
— Você tá vendo isso também?
Aponto discretamente.
— Mesma mesa.
Rio baixo, incrédula.
— O universo claramente acha isso engraçado.
Sento à sua frente, girando a taça entre os dedos antes de finalmente te encarar.
— Então vamos esclarecer uma coisa…
Inclino levemente o corpo para frente.
— Você sempre causa confusão em estacionamentos… ou eu tive esse privilégio exclusivo?
Meu olhar ainda provoca — mas agora existe curiosidade ali.
— Vai… me conta quem você é quando não tá tentando roubar vagas alheias.
